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Primeiro amistoso da Seleção Brasileira de Futebol após o Mundial da África do Sul, técnico novo, time renovado, povo brasileiro pronto pra assistir a partida e…

” – Ué, não tão passando o jogo?

- Na Globo não por causa da novela, deve estar passando na Band.

- Na Band também não, nem na Record, SBT então nem se fala.”

Pois é, o jogo não foi transmitido na TV aberta. Motivo? A detentora dos direitos de transmissão, a Rede Globo, não quis alterar sua programação, nem vender os direitos para outras emissoras (a Rede Bandeirantes chegou a fazer uma oferta à Globo, mas essa foi foi recusada).

O jogo foi transmitido no canal por assinatura Sportv (onde assisti); supostamente no site do Globo Esporte (apesar de quase ninguém conseguir assistir devido a grande procura) e na Globo Internacional. Ou seja, uma pequena parcela da população pode assistir.

Mas o bizarro não acaba por ai. Além de não passarem o jogo, ressuscitaram o Central da Copa (Copa??? Que tal Central da Bola ou algo do gênero?), não que eu tenha nada contra o programa ou seus apresentadores, pelo contrário, AMO! Mas como assim comentar um jogo com um programa inteiro quando o jogo sequer foi transmitido?

Pra coroar a falta de respeito, o Jornal da Globo, que foi ao ar logo após o Central da Copa, não mencionou o jogo, passaram os resultados de jogos da Série B do Brasileirão, e nada sobre a Seleção.

Lembrando, TV aberta é concessão pública, ou seja, espaço público, ou seja, é nosso.

Como dizia aquela vinheta da própria Globo “que lambança você está fazendo!”.

Lady Gaga, Beyoncé, Rihana. Onde foram parar as roupas destas cantoras? Por que a moda do maiô?

Não sou profunda conhecedora de suas músicas de nenhuma delas (já ouvi algumas da Beyoncé, até gostei de uma ou duas), mas qual a razão de tanta exposição física? Será que as mulheres não são capazes de fazer sucesso sem se tornarem pedaços de carne?

Ok. O post ficou meio feminista, mas não era a ideia. É apenas um questionamento nunca antes respondido… a mim pelo menos. …

Era pra eu ter feito esse post no domingo, mas acabei esquecendo.

Como alguns devem saber o espaço de radiodifusão, usado por emissoras de rádio e TV, é público. Contudo temos que conviver com novelas ruins, reality shows e outros programas de qualidade duvidosa. (Ok, opinião pessoal, sei que nem todos concordam…)

Mas o post não é para crititcar, e sim parabenizar, no caso a Rede Record de Televisão, responsável pela transmissão dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2010, que ocorreram em Vancouver, Canadá e se encerraram (infelizmente) no último domingo.

“Ah, mas as transmissões eram reprises, passavam no outro dia…” alguém pode dizer. Ótimo! Porque devido o fuso horário, boa parte das transmissões acabava sendo de madrugada.

Que eu me lembre uma Olimpíada de Inverno nunca foi transmitida na TV aberta brasileira. Não somos um país de esportes de inverno, é óbvio, mas. Por quê não conhecermos outros esportes, outras culturas? Acho que não é necessário ter uma tradição em esportes do gelo para se ficar encantado com modalidades como a Patinação Artística, o Sky Jumping (aquele em que os atletas pulam com o esqui e saem voando) ou mesmo o curioso Curling.

Enfim, parabéns a emissora, que tenha cada vez mais iniciativas como essa.

P.S: Espero que transmitam o Mundial de Patinação Artística do meio do ano.

Ei pessoal, ainda estou viva! E o blog também.

Todo mundo tem comentado a atual situação política de Brasília, e eu como brasiliense não poderia deixar de fazê-lo.

É fato que politicamente tenho lá minhas tendências anarquistas, apesar de não me interessar profundamente pelo assunto, mas analisemos. Pra quê temos representantes políticos?

Eles não nos representam nunca, não trabalham nem metade do tempo que um trabalhador comum trabalha, mas ganham salários algumas vezes maiores que o da maioria da população. E o pior! Nós pagamos! Sim! Temos que tirar dos nossos parcos salários para pagar os milionários salários deles.

Aqui em Brasília por exemplo, a Câmara, que já não é de muito trabalho, agora está toda voltada ao escândalo Arruda (se não sabe do que estou falando procure no Google). Lógico, há razão para isso já que a situação daqui está beeem complicada.Mas, enquanto eles investigam suas falcatruas pessoas morrem nas filas dos hospitais, ou dão a luz à crianças em banheiros e corredores, crianças não voltam às aulas porque suas escolas não foram reformadas e/ ou estão inutilizáveis e por aí vai o caos.

É nessas horas que me lembro daquela música dos Paralamas do Sucesso: “Entrei de gaiato no navio“…

Dicas pro feriadão em casa

Feriadãaaao! Vai ficar em casa? Ai vão algumas dicas.

O Blogaria recomenda:

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- a 6° temporada do seriado House M.D/ Dr. House, que no Brasil estreou semana passada, mas que na rede já pode ser encontrado até o 6° episódio (pois nos EUA a série voltou um mês antes). Muitas mudanças, algumas coisas que não mudam nunca, mas a trama continua instigante.

O Blogaria NÃO recomenda:

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- a 9° temporada de Smallville. Me dói dizer isso desta que já foi uma de minhas séries preferidas, mas desde a temporada passada a série vem claramente se arrastando, mantida “sobre os ombros” de dois ou três personagens-chave que restaram e já não tem o mesmo brilho. Como diz a própria música de abertura “Somebody save me!!!”

Hotel de pneu?

Matéria bem legal que saiu no Bom Dia Brasil de 30/09/09.

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Técnica de reutilização de materiais constrói casas mais baratas, seguras e ecologicamente corretas. Elas usam material que iria para o lixo, como pneus velhos.

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De uns anos para cá, o mundo ganhou uma consciência ambiental nunca vista. Reciclar, reutilizar e reaproveitar são conceitos fundamentais, mas nem sempre é fácil. Esse é o tema da coluna de ciência e tecnologia do Bom Dia, “Você não sabia, mas já existe”.

Nesta quarta-feira (31), a coluna trata do desperdício, ou melhor, como reaproveitar materiais e economizar. O repórter Márcio Gomes está em um canteiro de obras no Rio de Janeiro, para ambientar a reportagem gravada no interior de Goiás. Lá ele conheceu uma técnica de reulização de materiais na construção de casas, mais baratas, seguras e ecologicamente corretas. São casas que usam material que iria para o lixo, como pneus velhos.

Recauchutadora que se preza é assim. Parece um mar de borracha preta. Tem moto, trator e até avião. Em uma delas, 300 pneus são reformados por mês. Mas a grande diferença é que, quando o reaproveitamento é impossível, o destino do pneu não é o de costume.

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“Esse tipo de material sempre vai para o lixão, e isso começou a me incomodar. Todo final de semana ia uma caminhoneta de pneu velho para o lixão”, conta o empresário José Neto de Medeiros.

Assim, o Brasil construiu um desafio ambiental. O que fazer com os cerca de 40 milhões de pneus que são abandonados todo ano? Há experiências bem sucedidas, como a transformação da borracha em asfalto, mas ainda é pouco.

Por isso, o Bom Dia foi até Goiatuba, cidade a 170 quilômetros de Goiânia, para ver de perto um projeto que parece mentira.

“Aqui não se desperdiça nada”, diz José Neto. Realmente, para onde se olha, tem um pedacinho ou um pedação de borracha. José Neto mostra uma caixa d’água formada por seis pneus de colheitadeira que acumulam sete mil litros de água.

O trabalho começou em 2003, e agora ele crê que atingiu o máximo da possibilidade de reaproveitamento: a construção de casas.

Tudo começa na separação da borracha e do aço do pneu, partes importantes para montar o alicerce, o início de qualquer projeto.

Pneus de trator e de caminhonete foram fixados ao solo com uma estrutura de aço. Tiras de borracha foram enroladas, formando bobinas. Elas enchem toda a base, junto com treliças de ferro.

Que ninguém se assuste, mas para preencher os espaços vazios é usada uma mistura de cimento e lixo. Tem vidro, plástico, papelão e entulho de obra, que normalmente também termina nos lixões.

“O entulho de construção moído já tem areia, brita, cascalho e tem argamassa. Então, aqui foi desenvolvida a forma que funde ela de uma vez, acrescentando uma quantidade de cimento”, explica José Neto. “E onde está a economia? Em vez de você comprar areia, cascalho, brita, isso tudo, você já está utilizando do lixo que é jogado fora”.

Em uma betoneira, todo material vira uma massa ecologicamente correta, que é moldada em formas de metal. Pilares de mais de três metros de altura foram erguidos, vários alicerces montados.

Mas José Neto não queria apenas o alicerce ou mesmo algumas pilastras da casa feitas de lixo e pneu velho, ele queria mais. Por isso, ele decidiu construir, e está quase pronto, um hotel, todo feito de material reciclado. “O nome vai ser “Pneus Hotel: isso é ecologia”, aposta.

Serão 28 quartos. Tudo o que se vê é material reaproveitado. “Esse teto aqui foi um forro que eu fiz. Dentro do pneu, foi colocado sucata de isopor, garrafa PET. Para eu fazer o travamento, utilizamos corrente de moto”, conta.

Mas será que é realmente seguro um teto ser feito com material que ia ser jogado no lixo? “Com certeza é seguro, porque a corrente de moto tem uma resistência louca. E do jeito que foi feito o travamento entre um pneu e o outro, com a corrente e depois vindo a camada de concreto por cima, não tem como desabar”, ressalta José Neto.

Tanta confiança também tem um fundo científico. Desde maio, o laboratório da Pontifícia Universidade Católica de Goiás está avaliando o que foi criado em Goiatuba.

“As pessoas chegam aqui no seu laboratório e estranham materiais diferentes em uma construção. No início, a gente assusta um pouco, porque é um produto totalmente diferente, mas depois você vai estudando e vê que é viável utilizar esse material na construção civil”, afirma o pesquisador de materiais de construção José Dafico Alves.

Acompanhamos um teste da mistura ecológica, um pilar feito com mistura de lixo, entulho, pedaços de borracha. Em poderosas prensas, a peça precisa resistir como se estivesse em uma construção real. A pressão cresce rapidamente. Quando alcança quase sete toneladas, a resistência é comparável a do concreto tradicional. E tem com uma vantagem.

“A casa construída com esse material reciclado Fica mais barata pelos cálculos que já foi feito. Ela é 40% mais barata do que uma casa convencional”, diz José Dafico Alves.

E pensar que um projeto como esse nasceu da cabeça de um homem que estudou até a 5ª série. Zé Neto não tem vergonha da origem humilde ou do pouco estudo. O que ele não perdoa é a desconfiança.

“Tem dia que, para falar a verdade, eu senti que eu ia bater o escanteio, correr para cabecear para tentar fazer o gol. A realidade é essa. Eu estava jogando sozinho”, comenta o empresário. “Quando o nosso pessoal descobrir o valor que tem esse tipo de lixo, pode ter certeza que muitos vão querer ter a sua moradia em cima desse tipo de lixo. Lixo que eu falo entre aspas, porque pra mim virou um excelente negócio”.

Em uma pequena laje de 80 metros quadrados, são utilizados até 600 pneus, com essa técnica de Goiatuba. Além disso, o empresário José Neto faz questão de frisar que todos os pneus que estão aguardando a hora de serem reutilizados, seja para a recauchutagem ou para a utilização na construção de casas, recebem um tratamento contra a dengue para evitar a proliferação do mosquito.

Já foram feitos testes de acústica e de calor. Eles ainda estão sendo avaliados, mas tudo indica que a casa também é muito confortável para quem vai morar nela. E isso é muito importante, porque a Construção Civil sempre teve a fama de gastar e desperdiçar muito material, energia, água e areia. Mas de alguns anos para cá, a isso mudou bastante.

“Foram tomadas três ações fundamentais para a redução do desperdício. Primeiro, a formação de mão de obra, através do serviço nacional de aprendizagem industrial em todo país, com foco principalmente nas mulheres que atuam na construção. Segundo, é a adoção da resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) para ordenar o recolhimento dos resíduos, principalmente os que vão ser reciclados. Terceiro, é a adoção de inovações tecnológicas visando reduzir a construção artesanal”, afirma o presidente da sindicato do Indústria da Construção Civil do Rio de Janeiro (Sinduscon-RJ), Roberto Kaufman.

Ainda segundo o representante do Sinduscon, as mulheres são mais cuidadosas. “Em certos serviços, elas são fundamentais como limpeza, arremate e revestimento. Com isso, dão um foco muito melhor e ajudam na organização do próprio canteiro”, afirma.

Durante a reportagem, o repórter Márcio Gomes utilizou uma camisa feita de garrafa PET. Ela é toda moída e vira fibra para tecido. O sapato é feito de couro vegetal e de lona de caminhão.

Confira o vídeo dessa reportagem: http://g1.globo.com/bomdiabrasil/0,,MUL1323663-16020,00-PNEUS+PODEM+VIRAR+CASAS.html

Que delícia de cidade! Acho que vou morar lá, sempre quis morar na Alemanha mesmo…

Esse post foi copiado do blog: http://www.ecoblogs.com.br

8254241_14041405dd_o Cidade sem carros: começando pelo bairro
Tem cidade que radicalizou na idéia de “um dia sem carros” e está na missão de transformar a cidade inteira em uma cidade livre dos carros.
O bairro Vauban de pouco mais de 5.500 habitantes da cidade de Freiburg localizada no sul da Alemanha, está se transformando em um bairro praticamente sem carros.
8254240_b3b3dca4cb_o Cidade sem carros: começando pelo bairro
O bairro que começou a ser construído em meados da década de 90, passou a ser habitado a partir do ano 2000 e tem todas as casas construídas com técnicas especiais para ter um baixo consumo de energia.
Os apartamentos reduzem o custo energético devido a uma boa isolação térmica, boas janelas, sistema de ventilação, aquecimento dos apartamentos centralizado no prédio, reciclagem de dejetos transformada em energia com um reator de biogás, aquecimento solar e tratamento de água. E com um custo apenas 7% maior do que as construções convencionais.
8254247_173df6eabb_o Cidade sem carros: começando pelo bairro
Mas onde estão os carros? Os estacionamentos, as calçadas e as garagens não possuem nenhum carro nesse bairro, eles são estritamente proibidos dentro dos limites do bairro. Mesmo assim você quer comprar um carro? Para estacioná-lo você deve pagar €20.000 para comprar uma vaga de estacionamento fora dos limites do bairro.
Com regras tão rígidas não é a toa que 70% das famílias de Vauban não possuem carro, e 57% venderam seus veículos para se mudarem para este bairro. Os residentes se movimentam basicamente a pé e de bicicleta e para chegarem a locais mais distantes eles usam bondes elétricos que atravessam o bairro. Esta parece ser a tentativa mais bem sucedida que eu me recordo com essas proporções, parabéns para os alemães. E as nossas experiências?

8254245_c3e1ed89c9_o Cidade sem carros: começando pelo bairro
8254243_1ee027f4b4_o Cidade sem carros: começando pelo bairro
8254248_f695596d19_o Cidade sem carros: começando pelo bairro
8254242_ef46a9ba1d_o Cidade sem carros: começando pelo bairro
8254249_b9a66a7e6a_o Cidade sem carros: começando pelo bairro
8254244_d6d062f718_o Cidade sem carros: começando pelo bairro
8254238_18842a7536_o Cidade sem carros: começando pelo bairro
8254250_887c1b74b3_o Cidade sem carros: começando pelo bairro
8254246_7ac7f8adda_o Cidade sem carros: começando pelo bairro
8254446_6f934e7a15_o Cidade sem carros: começando pelo bairro
Fonte: Passivhaus-Vauban, NYT, The Independent, Wikipedia, Friends of Earth, Cabe, Street Wiki

Post rapidinho para soltar o link para o novo clipe da banda Skillet.

O nome da música é Monster, do novo álbum Awake, e o  link é esse aqui: http://www.hearitfirst.com/artisthome.aspx?f=artisthome&artist_id=1659

Enjoy! (Rock mais forte, aprecie com moderação….pelo menos de volume…)

Romannessa Sanches

Essa matéria foi ao ar no Bom Dia Brasil de 19/08/09, achei muito interessante e que valeria um post aqui no blog.

Para ver o vídeo clique no link: http://g1.globo.com/bomdiabrasil/0,,MUL1272304-16020,00-NOVA+YORK+E+EXEMPLO+DE+ARQUITETURA+VERDE.html

Fonte: Bom Dia Brasil

Por Romannessa Sanches

Para quem não sabe cão-guia é aquele cão que auxilia na locomoção de deficientes visuais, trocando em miúdos, um cão-guia enxerga para quem não pode.

Desde 2002 o projeto INTEGRA (Instituto de Integração Social e de Promoção da Cidadania), baseado no quartel do Corpo de Bombeiros do DF, próximo a estação Asa Sul do Metrô, adestra cães para servir como cães-guia.


Os deficientes visuais interessados em possuir um cão-guia entram em uma lista de espera, pois infelizmente a procura é muito maior que a oferta. Os animais são cedidos aos deficientes visuais sem nenhum custo.

Porém infelizmente o Projeto corre o sério risco de fechar devido a falta de verba para a manutenção da estrutura e pagamento dos funcionários.

Quem quiser conhecer mais sobre o Projeto e ajudar pode visitar o site do Projeto:

http://www.mpdft.gov.br/sicorde/caoguia.htm#inicio


A TV Brasília fez uma matéria há alguns dias, confira no link: http://www.correioweb.com.br/tvbrasilia/index.htm?id=2898

É isso, quem puder ajudar, não perca tempo. Esse é um Projeto que tem tudo para dar certo. Não deixe o Integra fechar!!!

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